Onde está a Alforreca? Cucu, está aqui!

quarta-feira, 31 de dezembro de 2014

 Desculpem, desapareci, mas férias são férias e tenho andado a aproveitá-las ao máximo com a minha mãe, o meu pai, mas principalmente com a minha irmã.
 Fui para casa dos meus primos três dias e acho que posso dizer que cada vez gostam mais de mim e me mimam mais, e cada vez gosto mais deles, mesmo. Contudo, não é a mesma coisa que estar com a minha irmã. Não lhe digo isso muitas vezes, mas ainda bem que, para já, ela é a pessoa com quem passo mais tempo: é uma chata, melga e mimada, mesmo assim, é a minha chata, a minha melga, a minha mimada.
 E como o Natal e o Ano Novo são épocas para estarmos com as pessoas que mais gostamos estou a aproveitar ao máximo com a minha irmã. Quem sabe se para o ano a programação não vai ser completamente diferente devido à minha iniciação na Universidade: Melhor aproveitar enquanto posso.
 Desejo a todos um feliz ano novo com os que mais amam e com a comida e diversões que mais gostam.

Mudança.

segunda-feira, 22 de dezembro de 2014


Era mesmo disto que precisava, uma mudança, ao longo do tempo fui fazendo algumas, na minha maneira de vestir, escrever, falar, no meu quarto, mas faltava-me um rematezito.
O CABELO Joana, como não te lembraste antes? E agora já está. Ao sol fica vermelho, os reflexos que me fizeram re-apaixonar pelo meu cabelo. Além de ter cortado uma boa dose de pontas espigadas.
Agora sim, sinto que já tenho muito a meu favor para me sentir bem com o que sou e com o que me estou a tornar. Obrigada por toda a ajuda, mesmo que seja só lendo o que escrevo.

A recompensa!

sexta-feira, 12 de dezembro de 2014

 Que cansativo este primeiro período! Disseram-me tantas vezes que não o aguentaria que me obriguei a dar o máximo de mim. Houve dias em que pensei que não conseguiria mais, houve dias em que me apeteceu desistir de todas as disciplinas, houve dias em que não acreditei em mim. De qualquer forma, no sub consciente sabia que não podia parar de lutar e lutei. As minhas notas foram tão fantásticas o período todo que nem sei se vou conseguir superá-las no segundo. Malgrado o cansaço, não parei de tentar mais e melhor a cada dia que passava. Na verdade, há momentos em que nem acredito que estes resultados foram meus. O 12º ano está a ser bom. Sim tenho discussões com os meus pais, sim posso ter sido desapontada por algumas pessoas, sim muitas vezes não me senti bem, porém todo o sofrimento e hard work valeu a pena, sem dúvida. Hoje estou feliz,... amanhã posso já estar meia em baixo, contudo hoje ninguém pára a minha caixinha de felicidade!

Um filme e uma reflexão!

sábado, 6 de dezembro de 2014

 Sou rapariga de filmes de acção, preferencialmente, mas gosto muito de ver este tipo de filmes, entretém bem e fazem-nos reflectir bem como ver do que outras vidas possam ser feitas de.
 Na verdade, aquilo que se passa neste filme, retrata algo que me consome muito os pensamentos: Se eu estivesse num estado crítico, fosse ele qual fosse, escolheria eu a vida ou preferiria morrer? Em que medida é que sabemos se a nossa vida vale a pena ou se é completamente infundada? Sabem aquele desejo de desistir de tudo? Seria ele maior que a vontade desesperada de viver durante um estado de completa decadência?
 Estas são perguntas que eu faço. Assim como eu as faço, a minha mãe fazia-as de outro prisma... Se eu tivesse continuado na má vida de restringir tudo até à última migalha, será que eu teria forças para usar no caso de, perto da morte, querer viver? Como só me apercebi agora que a minha querida mãe se sentia assim? Que egoísta fui eu!

Aconselho o filme.