Temos que nos permitir parar!

segunda-feira, 30 de novembro de 2015

 Ultimamente tenho estudado muito, talvez por não me sentir tão segura para os teste que aí vêm como me sentia no início, ou simplesmente porque, quando sei que vou ser avaliada, gosto de dar o máximo de mim, estudar até sentir que não havia mais nada a fazer! De qualquer das formas, tenho andado mesmo muito agarrada aos livros e apercebi-me que não me tenho dado ao luxo de aproveitar momentos comigo mesma...

 Depois de quase 4 horas a estudar sem parar, a não ser para comer qualquer coisita, decidi que era suficiente, que chegava, que já estava há muito tempo naquilo. Então, pela primeira vez em anos, deixei tudo em cima da mesa exactamente como estava e sentei-me no sofá... só eu e o sofá, durante meia hora. Já nem me lembrava exactamente como era esticar as costas encostada ao sofá. Depois de ficar meia hora a olhar para o boneco, peguei na câmara que com tanto carinho o meu avô me ofereceu (a máquina profissional de anos dele) e fui fotografar o belo pôr do sol que se sucedia diante dos meus olhos. E digo, nunca me soube tão bem descansar! Agora voltemos ao estudo,


Sentir-me bem.

sexta-feira, 27 de novembro de 2015

 Há algum tempo que andava com esta vontade de mudar o aspecto deste meu cantinho, deste meu mar de desvaneios e pensamentos. Finalmente o fiz de uma forma que compreendo e gosto. Não me andava a sentir muito bem neste espaço, não me identificava muito com ele.
 Agora que finalmente percebi como funcionava, estou apaixonada pelo meu blog e, com orgulho, digo que me sinto bem, mesmo bem por aqui!
 E todas as mudanças foram feitas ao som dos meus adorados Red Hot Chili Peppers.
 Bem, está na hora de voltar ao estudo!

 Um especial obrigada à Simple Girl que me indicou o site do modelo e se mostrou super disponível para me ajudar se eu precisasse! 

Diário de uma Condutora #4

quarta-feira, 25 de novembro de 2015

 Respirar fundo e conhecer o carro é crucial. Não faças nada precipitado. Se precisares, pára. É melhor do que levar toda a gente à frente. Não tenhas medo de errar. Não há altura mais indicada para isso do que as aulas de condução. Tenta, falha, recomeça, não tenhas medo. Essa é a mensagem principal!

Entretanto pelo Facebook...

sexta-feira, 20 de novembro de 2015

 Segundo esta notícia e muitas outras do género, a adoção por casais do mesmo sexo foi finalmente aprovada. Quer isto dizer que sou a favor, apenas porque, se me puser na pele deles durante uns momentos, gostaria que os mesmos direitos para os casais de diferente sexo fossem aplicados à minha situação. Pensemos um pouco... há casais ditos normais que têm filhos e nada lhes querem, ou porque não podem sustentar um filho ou simplesmente porque não são habilitados para tal, havendo até situações completamente evitáveis.
 Eu compreendo que o conceito haver casais do mesmo sexo faça confusão a algumas pessoas. Estão demasiado ligadas ao conceito de «família tradicional». E acho que algumas não estão a conseguir «engolir» esta recente notícia, porque ainda não se habituaram à ideia de que há amor entre pessoas do mesmo sexo. Contudo, não compreender, ou ser contra, não lhes dá o direito de fazer comentários tão rudes, parvos e maliciosos. 
 Se calhar é por estar em Matemática e tudo ter de ser justificado direitinho, mas se querem defender o vosso ponto de vista, façam-no com factos e argumentos devidamente escritos e não insultuosos.
 Faz-me confusão como é que ainda há pessoas tão quadradas.
 Seja X um fulano que se apaixonou fortemente por outro fulano Y. Contudo, X tem tudo para ser um bom pai e sempre sonhou um dia constituir família, com Z, W, etc filhos. X tem amor, lar e educação para dar a Z, W, etc. Quando decidiu formar um casal com Y descobriu que este também gostaria de ter filhos. Pergunto-me agora porque é que X e Y não podem criar Z, W, etc juntos, mas F rapariga e M rapaz podem?
 O que é que F e M têm de melhor para oferecer a Z, W etc? Muitas vezes, nada...
 Sim, ser criado por dois pais ou duas mães vai gerar perguntas na cabeça da criança, porém, estas perguntas só vão surgir porque o nosso país ainda está demasiado agarrado aos padrões «tradicionais».
 Quando a homossexualidade for finalmente aceite, estas questões nem vão precisar de debate, e os heterossexuais não se vão sentir ameaçados injustificadamente.
 Quando for tomada como algo normal, toda a gente vai ser muito mais feliz, pois não vão ter de se preocupar em fazer comentários completamente destrutivos aos outros.
Espero não ter sido desagradável com nenhum de vocês, de facto, só queria apresentar o meu simples ponto de vista...

Eu não percebo...

sábado, 14 de novembro de 2015

 Eu bem tento, acompanho todas as notícias, sei sempre o que se está a passar no mundo, gosto de me manter informada sobre os discursos feitos pelos políticos e cidadãos dos outros países, contudo, eu não faço a mínima ideia do que leva as pessoas a tomar medidas terroristas como as de ontem!
 Como assim alguém carrega tanto ódio, tanta revolta dentro de si de modo a dar cabe de centenas de vidas!?
 Paremos para pensar... As vítimas não foram apenas as pessoas que morreram. A vida de muitas pessoas mudou estrondosamente, o medo que algumas sentiram no momento, a angústia e espera que muitas famílias viveram, o terror que causou no mundo todo. Até eu, sinceramente, receio o próximo passo destes terroristas.
 Não me agradam as generalizações que estão a ser feitas relativamente aos refugiados e a todos os muçulmanos. Principalmente, porque nem todos os muçulmanos interpretam a religião como estes terroristas e os refugiados estão a fugir exactamente de situações como as de ontem.
 Aquilo, aquela coisa, o massacre foi simplesmente desumano, foi macabro, nojento (que é uma palavra que uso muito pouco). Custa-me perceber que, num mundo já tão avançado, ainda ocorram coisas que nem a nível animal ocorreriam. É simplesmente chocante.
 Espero mesmo que os países que procuram tranquilizar esta situação tomem agora uma decisão implacável para acabar com isto. Eu não queria mais violência, porém, isto tem mesmo que terminar. Está a arruinar todos os indivíduos deste (não antes, mas agora) miserável planeta.

TAG: De tudo um pouco

quinta-feira, 12 de novembro de 2015

 Nunca antes tinha sido nomeada para tal coisa, acho eu (a minha memória está muito focada em Cálculo), e a querida Inês do Dreams and Lemonade sugeriu que eu respondesse a este. É mesmo muito simples e parece-me engraçado!
 Como é óbvio tem algumas regras, mas são pouquíssimas:
  • Responder a todas as perguntas
  • Indicar no mínimo 11 blogs com menos de 500 seguidores;
  • Colocar o selo da Tag;
  • Colocar o link de quem indicou.
 Não vou nomear ninguém, porque acho que seria giro QUALQUER pessoa aderir... Tomem a iniciativa de o fazer, é mesmo muito simples!
 1. Qual o teu estilo preferido de música?
 Eu digo sempre que o meu ouvido é muito versátil, mas, se tivesse que o descrever, diria que me agrada bastante o rock clássico dos anos 70. A minha banda favorita são os Pearl Jam (e eles se calhar vêm a Portugal, ahhhhhh), mesmo que algumas músicas sejam mais pesadotas (algumas até são as minhas favoritas). Adoro ouvir Radiohead, Patti Smith, U2,... Ultimamente tenho descoberto muitas bandas novas, como os Time for T, que já vos mostrei duas vezes! É realmente difícil para mim responder a esta pergunta.

 2. Qual a tua peça de roupa preferida?
 Parece um contra senso, tendo em conta que ando quase sempre de calças ou macacões, contudo, a minha peça de roupa favorita é um vestido branco para o larguito com um pedaço de renda em baixo e manga a três quartos que me foi dado pela minha tia. Assenta-me mais ou menos a meio das coxas e dá para conjugar com todo o tipo de calçado, sapatilhas, sapatos, chinelos elegantes e até mesmo botas. Fica bem com acessórios e sem eles! Só é pena que seja fresquíssimo para o Inverno...

 3. Qual é o teu calçado favorito?
 Além das minhas predilectas All Stars azuis, recentemente comecei a usar imenso os conhecidos por sapatos ingleses com sola de borracha e tons pretos e azuis!
 4. Camisa ou camisola? Calças ou calções?
 Camisola, não é que não goste de camisas, porém, sinto-me mais à vontade com camisolas, pelo simples facto de me sentir mais livre e despreocupada. O mesmo acontece com as calças. Embora adore calções, as calças são sempre o meu «refúgio».

 5. Cabelo estiloso ou tradicional? Liso ou encaracolado?
 A verdade é que já há um ano que faço reflexos vermelhos no cabelo, por isso, talvez, estiloso!? Apesar disso, tenho o cabelo encaracolado, e adoro, até sou conhecida pelo meu cabelo selvagem e livre, contudo, adoro ir à cabeleireira e esticá-lo!

 6. Brigadeiro ou gelado?
 Gelado, se bem que nem um nem outro, não sou muito dada a sobremesas. Há apenas duas que como sempre. Tartes frias, principalmente se forem de maracujá ou semelhantes a cheesecake, e a Ana Preta que a minha mãe faz como ninguém. E, por isso, é que escolhi gelado, porque ambas são sobremesas frias!

 7. Doce ou salgado?
 Salgado, mas não salgado de aperitivos, salgado com sentido de pratos de comida, gosto de experimentar coisas novas, cozinhas tradicionais diferentes.

 8. Como defines o teu estilo?
 Não o defino, porque ele muda consoante o humor com que acordo de manhã. Tanto me dá para o clássico, como para o descontraído, desportivo, «chique»!

 9. És do tipo de pessoa que consome bastante ou só compra o básico?
 Só o básico, sou o tipo de pessoa que se deslumbra com quase tudo o que vê numa loja, porém, consigo sempre controlar o apetite de esbanjar dinheiro! Muitas vezes até gosto bastante de qualquer coisa, mas só compro caso necessite mesmo, porque o dinheiro ainda não nasce das árvores nem cai do céu!

 10. Consideras-te vaidosa?
 Não! De todo. Gosto de ter coisas bonitas e de me sentir bem, contudo, sou mesmo simples neste aspecto. Não me preocupo nada com o que os outros vão achar do meu «outfit» e saio de casa como me sinto melhor!


 Foi giro testar-me e ver aquilo de que gosto ou não. Feel free to answer!

Diário de uma Condutora #3

quarta-feira, 11 de novembro de 2015

 O pai acabadinho de chegar da Noruega decidiu ir assistir no banco de trás a uma aula da filha... Ao menos fiz estacionamentos perfeitos e controlei bem a caixa de mudanças, porque o nervosismo estava lá todo a dobrar!

Divórcio é um direito.

domingo, 8 de novembro de 2015

 Minha gente o divórcio não é um jogo de fuga ao fisco!
 Apercebi-me ontem durante uma conversa com os meus familiares que há casais que se divorciam apenas porque descontam menos individualmente do que juntos. Estão muito casados ainda, mas assinam os papéis, pondo as coisas boas em nome de um e as restantes em nome do outro. Contudo, aquele que fica com as coisas menos boas continua a usufruir das coisas boas. A verdade é que só estão divorciados no papel. 
 O que me revolta nesta situação toda é que estas pessoas brincam com aquilo que outras lutam para conseguir diariamente!
 Há mulheres e homens que estão presos a uma pessoa com quem são infelizes e que não as deixa sair de um lar cheio de infelicidade e agonia, que passam horas e horas a ponderar qual a melhor opção para escapar de uma vida dura e miserável.
 Além disso, durante anos lutou-se para se conseguir o direito ao divórcio e, vivendo eu esta situação tão de perto, fico revoltada que estas pessoas gozem tanto com uma situação delicada como esta!

Respeito... mútuo, por favor!

quarta-feira, 4 de novembro de 2015

 Sei, pelo contacto directo que tive durante tanto tempo com amigas e amigos da minha mãe, como é difícil ser professor nos tempos de hoje. Sei também que, infelizmente, a universidade começa a parecer-se com o secundário. Além disso, tenho noção que há personalidades que têm simplesmente algumas dificuldades em interagir, embora imensa vontade de o fazer!
 Contudo, nenhum destes factos é desculpa para o que se tem passado com a minha professora de uma das Unidades Curriculares que tinha tudo para ser uma das minhas favoritas!
 Ultimamente tem tido atitudes que me fazem questionar até que ponto sabe as coisas ou encara o trabalho como uma coisa séria.
 Na passada quinta-feira, deixou-nos 50 minutos à espera pelo final da aula, porque foi tirar umas fotocópias e a reprografia estava cheia, como se não houvesse OUTRAS no campus (e acreditem que há muitas) ou não tivesse outras alturas para o fazer. Mas o pior nem foi isto... mau foi não nos ter dito nada e deixar-nos ali à espera quando podíamos estar em casa a estudar precisamente para a UC dela!
 Apesar disto, ontem foi extremamente rude quando lhe expus uma dúvida. Disse-lhe que não percebi um comando e mandou-me fazer uma coisa, quando lhe disse que já o tinha feito, virou-se para mim e muito frivolamente disse: «Faz outra vez, de certeza que viste mal, só pode!» O que me irrita é que sempre que alguém a questiona sobre algo que ela não tem planeado, fica toda atrapalhada e muitas vezes diz «Não sei». Ontem fiquei chateada, porque sempre lhe dei provas de como sou empenhada e quero perceber, e a professora não fez sequer um esforço!
 O mais engraçado é que depois estes docentes esperam que os alunos olhem para eles como modelos! Não obrigada, tenho uma educação excelente que me ensinou a não deixar os outros a ver navios quando os posso ajudar ou quando sei de quem pode!

Apetece-me gritar...

terça-feira, 3 de novembro de 2015

 ... de felicidade: 

OS PEARL JAM VÊM A PORTUGAL EM 2016.

 Já não bastava virem os U2 e os Kodaline, agora vem a minha banda favorita. Como conter a excitação!? Não dá, não dá, não dá...