Por ti

quinta-feira, 28 de julho de 2016

 Até há pouco tempo o slogan da Nike não fazia grande sentido para mim: «Just do it». Como querem eles que nos metamos no que quer que seja sem ponderação? Fazia-me mesmo muita confusão, uma vez que sempre fui comedida e penso em tudo cinco ou seis vezes antes e tomar uma decisão...
 Contudo, a minha vida mudou completamente este ano que passou: a entrada na Universidade, a Praxe, o fazer parte da direcção do Núcleo de Estudantes, o meio-irmão que vem a caminho... Tive oportunidade de conhecer imensas pessoas novas e fazer coisas que nunca pensei fazer.
 Foi então que comecei a associar todas as coisas que tinha feito à expressão que está estampada em inúmeras camisolas, cartazes, panfletos, por aí em diante. Porém, houve UMA que me marcou absolutamente: a Patinagem Artística.

O Homem que viu o Infinito

quinta-feira, 21 de julho de 2016

 Dei por mim sem companhia para ir ver o filme que tanto me fazia comichão na barriga de ansiedade. Na verdade, soube pelo facebook do atractor que estava a oferecer bilhetes duplos e, embora não os tenha conseguido ganhar, decidi que não estava o filme no cinema sem eu o ver!
 Por isso, ontem, dei por mim a sair de casa para ir sozinha ao cinema e não me sinto nada mal com isso, pelo contrário, soube-me super bem e pude aproveitar tudo em silêncio e à minha maneira.

O Terror.

sábado, 16 de julho de 2016

 É inevitável não falar deste assunto. Não aguento mais um mundo assim...
 Ultimamente, tenho sido um espírito incrivelmente positivo, sempre com um sorriso na cara e bastante bem com a vida. Animo os sítios onde vou e sinto-me realizada a nível pessoal, académico e social.
 Contudo, quinta-feira fui extremamente abaixo com as notícias do atentado em Nice. Como é que é possível?
 É verdade que guerras e massacres acontecem todos os dias, não é mentira que muitos são silenciados e abafados pelos governos. Porém, os mais recentes têm gerado uma onda de insegurança inigualável.
 Ocorrem sem previsão alguma e não são aleatórios. Os autores destes incidentes decidem quando querem actuar e como querem fazê-lo, deixando o nosso futuro e bem estar completamente nas suas mãos. Não houve atentados durante o Euro 2016 porque eles assim o estabeleceram. Nós, enquanto cidadãos e entidades de segurança, não temos qualquer poder ou opinião sobre o que nos vai acontecer. Isso é indubitavelmente triste e preocupante. 
 Dois quilómetros a atropelar pessoas? Roupas, objectos e sapatos a voar? Sangue por todo o lado? O medo, o terror, a aflição e a agitação que se gerou é mórbida. Em que mundo estamos nós a viver? Onde vamos parar assim?

 Continuo a querer acreditar que há mais pessoas boas, com corações quentes e preocupadas do que pessoas que nem deviam ser consideradas humanas, pois, estes actos não têm qualquer carácter humano!
 Por agora, resta-nos continuar a lutar por um mundo melhor e para que isto se resolva...

Diário De Uma Condutora #8

quinta-feira, 14 de julho de 2016

 Já não me assusta conduzir sozinha na auto-estrada e levar a minha irmã à praia. Neste momento, prefiro fazer manobras e conduzir longas distâncias a estacionar.
 Sabe mesmo bem ter a confiança suficiente na minha condução para pegar nas chaves e divagar por aí!

Vocês têm conseguido ver as minhas publicações no feed do blogger!?

Mudar para melhor, talvez.

sábado, 9 de julho de 2016

 Aconselho aos mais sensíveis a preparem-se bastante bem para a visualização deste documentário... na verdade, algumas cenas mexeram bastante comigo, deixando-me até à beira de lágrimas e com o coração nas mãos.
 Há cerca de 3 anos, creio eu, a minha realidade foi completamente abalada pelos animais destas filmagens. Mudei totalmente a forma como encaro a comida e aquilo que ingiro.
 A «necessidade» de industrializar tudo e mais alguma coisa fez com que nem a indústria alimentar seja um «local» seguro. Os pedaços de carne que nos chegam à mesa resultam de uma jogada muiiiiito suja para encher os bolsos de notas de algumas entidades. Servem-nos químicos e carnes completamente modificadas. Chegarem ao ponto de criar galinhas, vacas, porcos, cabritos nestas condições é extremamente preocupante e crudelíssimo. O sofrimento a que são sujeitos não é só desumano da nossa parte, como também nada razoável.
 Além disso, há uma quantidade considerável de povo que se questiona porque ganha resistência a certos medicamentos ou porque estará tão doente e fraca... bem, aquilo que comemos, dita o que somos, segundo o provérbio... comendo esta quantidade abismal de químicos e carne completamente alterada, o nosso corpo cria mecanismos de defesa e aprende a lutar contra muitos dos químicos presentes nos bons comprimidos.
 Não deixei de comer carne por causa do passado que muitos de vós conhecem, porém, também não cessei a sua ingestão, pois, felizmente, os pais da minha Madrasta criam galinhas e coelhos, com imenso espaço, luz, conforto e felicidade. Embora me faça imensa impressão comer carne, porque não consigo parar na sua inocência, não pratico o vegetarianismo ou pescetarianismo devido há frequente aquisição da minha Madrasta destes animais.
 Todavia, já quase não toco em carne comprada em grandes supermercados ou em talhos que não sejam de confiança.
 Um animal que não tem espaço para crescer e cujo crescimento está a ser manipulado ao ponto de ficar com ossos atrofiados? NÃO, obrigada.

Só mais uma!

quinta-feira, 7 de julho de 2016

 Vim só avisar-vos que o URL do meu blogue passou de avidadeumaalforreca para aduplafacedejoana. Como é óbvio, faz todo o sentido para mim ser assim!
 Já agora, logo vou dar-vos uma sugestão de um documentário que mudou muito a forma como encaro a alimentação!
 Beijinhos!!

Ando a precisar de mudanças...

sábado, 2 de julho de 2016

 Achei que seria engraçado começar esta mudança com um episódio peculiar que associo ao meu cantinho...

 Estava eu na Prainha, o melhor condomínio de férias no Algarve, onde o meu tio tem uma casa e costumo ir passar férias, quando a minha prima vem sobressaltada a correr em direcção a mim: «Prima, tenho medo, está uma alforreca no mar, e se ela me pica?»
 Curiosa como sou, fui logo ao mar para «dar um mergulho», indo, ao invés, em busca da tão temida alforreca. Andei cinco metros e dou de caras com uma criatura não maior do que 60 centímetros, estimo eu, super bonita, meia esbranquiçada, com uma cruz castanha na cabeça e tentáculos pequeninos e super fofinhos a dançar debaixo daquela cabecinha super querida. Fiquei talvez dez minutos a nadar à volta daquela misteriosa alforreca, observando cada movimento, a forma de nadar, de subir e descer e o medo que provocava aos restantes ocupantes da praia.

 Penso que foi durante esse tempo que cheguei à conclusão que precisava de tornar o blogue ainda mais pessoal. A verdade é que sempre adorei escrever e que, no início, este cantinho foi mesmo para desabafar numa altura difícil do meu crescimento. Todavia, agora já escrevo sobre todo o tipo de assuntos, pessoais e impessoais, por isso, sinto que o posso tornar ainda mais MEU.
 Chamámos Bolha à alforreca que vimos na Prainha... à Bolha um eterno obrigada por me ter ajudado a perceber que estou, de facto, mais saudável agora, mais feliz, com o coração mais cheio, por me ter feito compreender que está na altura de mudar algumas coisas na minha vida!
 - Bolha, o meu nome é Joana, tenho 19 anos e estudo Matemática!

Alforreca...

sexta-feira, 1 de julho de 2016


 Embora o nome continue a fazer todo o sentido para mim, estou a ponderar sair completamente do anonimato. Já é 50-50, tendo em conta que publico fotos minhas, porém, ainda falta oficializar as coisas. Aliás, algumas pessoas que me seguem já devem ter percebido quem sou e já me devem ter associado a muitas outras contas! Sinto que cada vez mais me sinto à vontade com as pessoas a ver o que escrevo e a associá-lo ao meu nome e cara... Quem sabe se até logo à noite as coisas não estão diferentes por aqui!?