História do Pensamento Matemático

segunda-feira, 21 de novembro de 2016

Ansiosamente à espera de voltar a respirar de alívio, com tempo para tudo!
 É com muita alegria que digo que falta precisamente um dia para fechar a 1ª ronda de frequências e trabalhos. Amanhã, por esta hora, devo estar a sair da avaliação de História, talvez uma das minhas cadeiras favoritas do curso.
 Se alguém me dissesse no 9º ano que ia voltar a estudar história, eu pediria quase imediatamente que mudassem o rumo da minha vida. Na verdade, nunca apreciei muito a forma como esta disciplina, que tinha tudo para ser interessante, era leccionada. Assim, quando soube que ia ter História no curso, fiquei aterrorizada, com medo que aquelas aulas super entediantes a passar apresentações voltassem. Nada disso.
 Felizmente, esta cadeira está a surpreender-me imenso. Já vagueámos pela cabeça dos Egípcios, já navegámos os dois rios da Mesopotâmia e estamos a meio do fantástico passado Grego. Ver como coisas que tomávamos por garantido surgiram é extraordinário. Conhecer melhor o passado do que estudamos tão afincadamente no presente é incrível. Perceber as técnicas e as suas evoluções para que possamos progredir para um futuro brilhante é mesmo muito recompensador.
 Por tudo isto, espero mesmo que a frequência me corra bem. Além disso, estou a contar, depois desta, ter mais tempo para vir aqui divagar e finalmente contar-vos todas as aventuras da Amarelinha!

Quarto para dormir.

domingo, 20 de novembro de 2016

 Já em várias discussões com os meus amigos me apercebi que quase todos usam o quarto para dormir, comer, estudar, descontrair, receber amigos, tocar um instrumento, fazer exercício, etc. Usam o quarto para as mais variadas coisas, muitos têm até secretária, fazendo do quarto um mini escritório.
 Cá em casa isso nunca foi moda. De facto, usamos o quarto única e exclusivamente para dormir e vestir. Assim, a sala é o sítio onde passamos mais tempo, vendo filmes, recebendo visitar, estudando neste espaço. Tanto em casa da minha mãe, como do meu pai. Além disso, a cozinha serve também como local frequente, tanto para cozinhar, como para comer.
 E vocês? Como é em vossa casa?

Amarelinha #2

quinta-feira, 10 de novembro de 2016



 Voltei, mas a vontade de lá ficar era enorme. Na segunda, quando cheguei, senti logo falta da bicicleta que me acompanhou durante o fim-de-semana, senti falta do meu primo e das ruas de Amesterdão. Aquelas ruas cheias de história e maravilhas, cheias de segredos e repletas de magia. Cada canto, cada cheiro, cada cor deixa uma saudade enorme.

Joanices da Joaninha #2

terça-feira, 8 de novembro de 2016

 Batalhei durante anos com a minha mãe, pois ela estava convencida que eu fazia fita quando era para comer quivi, porém, a sensação de picos na garganta era mesmo verdadeira e não apenas desculpa para não comer esta fruta verdinha.

Amarelinha #1

sábado, 5 de novembro de 2016

 É verdade que não é a primeira viagem dela, mas é a primeira para outro país da Europa, quem estará mais entusiasmada? Eu ou ela?
 Estou mesmo quase a embarcar, só peço aos anjinhos que não seja necessário a Amarelinha ir para o porão. Eu não aguento essa angústia outra vez.
 Bom fim de semana para vocês!

Passadeiras

sexta-feira, 4 de novembro de 2016

 Depois de ver este vídeo durante uma conversa com o meu pai, eu perguntei-lhe se nestes países não havia passadeiras... A resposta que obtive deixou-me a pensar, disse-me que em certos países por todo o mundo passadeiras não são comuns, uma vez que são sinal de uma população civilizada. Na altura, acenei e calei. Contudo, ainda hoje continuo a pensar nisto.
 A expressão «população civilizada» é extremamente irónica. É verdade que os países ditos civilizados têm poder legislativo, educativo e judicial, é verdade que há as regras de etiqueta, certas normas para socializar, é verdade que as pessoas estudam o código de estrada, é verdade que há livros de receitas, dicionários com explicações detalhadas, livros de instruções para pôr as coisas a funcionar, panfletos para explicar e resumir certos assunto. Porém, até que ponto tudo isto indica que somos uma população civilizada?